Hoje parei pra pensar após ouvir uma banda, onde é que diabos eu estava, que eu não havia ouvido falar dessa banda? A banda em questão chama-se Black Country Communion, e me senti um pouco envergonhado de não saber da existência dessa banda, pois conta com um lineup poderoso. No baixo e vocais o incontestável Glenn Hughes, na guitarra Joe Bonamassa, conceituado guitarrista de blues/rock, nos teclados Derek Serinian, ex Dream Theater e nas baquetas, Jason Bonham, filho do homem.
O que dizer desse grupo? Bom, não precisa dizer muita coisa, basta ser direto como o som que banda faz. O bom e velho Rock Roll, pesado e direto. Enquanto aos seu integrantes, sobra competência, especialmente se tratando do tiozinho mais rock n roll de todos os tempos, o Sr. Glenn Hughes, que no auge dos seus 60 anos, põe muito moleque metido a cantor no bolso.
A banda tem dois discos lançados, Black Country e 2. Neste ano a banda retornou ao estúdio para gravar o seu terceiro registro, Afterglow, com lançamento marcado para o dia 30 de outubro. Definitivamente um supergrupo!
Olá. Hoje (28/08/2012) faz exatamente quatro dias que foi disponibilizado para download na Steam, o tão esperado port de Dark Souls, juntamente com o conteúdo extra, adicionando novas áreas, itens e chefes.
A minha intenção não é fazer uma análise sobre o port, até por que nem cheguei a jogar o jogo no PC, apenas no Xbox 360. Na realidade eu gostaria de falar do jogo em si, independente de plataforma, gostaria de compartilhar a experiência que tive ao jogar este game!
Bem, para inicio de conversa, não tinha muitas expectativas sobre esse jogo quando soube de seu lançamento, pra dizer a verdade, eu não me empolguei nem um pouco. Vi alguns vídeos e confesso que achei o jogo até um pouco estranho, pois se tratava de um RPG oriental, mas com moldes dos RPGs ocidentais. Eu sempre tive preferência pelos títulos japoneses, daquele lance das batalhas por turno, coisa que não acontece em Dark Souls.
Li algumas análises em sites, todas muito positivas, mas com uma coisa em comum, a dificuldade, hora exagerada, gerando inúmeras frustrações durante o gameplay. Isso não foi obstáculo para que eu não comprasse o game, até por que não seria o primeiro jogo difícil que joguei. De fato é um jogo bem difícil, algo até incomum para essa geração de consoles, onde os jogos geralmente não são tão difíceis. Rola até um sentimento de nostalgia, da época 8/16 bits, onde existiam vários títulos de dificuldade elevada. E foi uma surpresa atrás da outra! A cada hora acumulada de gameplay, eu me sentia mais imerso ao game. Apesar da narrativa não ser das melhores, a história do jogo é muito boa e um tanto quanto obscura. Obscura pois pouco se sabe o que de fato ocorre, pois não há muitas linhas de diálogo no game. O ponto alto nesse game é a jogabilidade, e sim, a dificuldade! A dificuldade é que torna as batalhas do game épicas, e põe épicas nisso! Durante a jogatina, você se depara com vários inimigos que te darão um bocado de trabalho. E morrer nesse jogo faz parte, aliás, em certo momentos é até fundamental para a aprendizagem e progressão do gameplay, por que em Dark Souls você terá que aprender com seus erros.
Pode se dizer que Dark Souls é um jogo para poucos, pois requer o mínimo de dedicação para chegar ao seu fim.
Ainda não foram divulgadas datas para o lançamento do conteúdo extra para consoles, mas estou aguardando ansiosamente por mais desafios.
Olá. Eis o meu primeiro post! Bem, podem me chamar de Dodowman88. Sou um aficionado por games, música e tecnologia em geral. Pretendo usar este espaço para compartilhar minhas opiniões e conhecimentos sobre esses assuntos.